miércoles, agosto 30

quiero ahogarme.
quiero ahogarme y desmoronarme de vez.

con lo hondo que me duele tu silencio en mi ahogo
con lo hondo que me ahogo cuando no oigo que te toco.

todo se vá cayendo
y yo solo veo como se cae.

Dancemos ao som da frustração.

Quero conviver e lidar com alguém que me causa repulso a cada minuto da minha vida.

Como MERDA eu posso querer isso?!

“Será que você não quer isso exatamente por ser impossível.. ?”
Exatamente quando foi que você ficou tão boa, doutora Maria?!

Fica tão fácil de entender. Mas ainda assim, você não vai conseguir solucionar as coisas do passado ou do plano real, trazendo-as para sua realidade pessoal. Se conforme: vai acabar acabado como está e você vai ter que chorar.

E relembrar de tudo. E relembrar de tudo o que foi e de tudo que nunca, jamais será.

"acabou."

martes, agosto 22

What am I supposed to do when all hope is gone.. ?

Mulheres apaixonadas e aloucadas, peguem:

Marion Raven - For you I´ll die.

(e chorem.)

lunes, agosto 21

Chapter 1.

“ I always thought I was universal.

Although I always wanted to be one plain thing.
Be only on one side.
Be clear, mainly.

But I start to search, Carl…
and can’t find a single aspect of me.. that is clear.

I seem to have a bit of every detailed universe..

I happen to be a universe in one person.”

(Music starts, title of the movie appears in the centre of the screen.)

After all of that,
She goes on. In her cold, blue bedroom.

“I always wanted to look fragile..
kind of.. weak, you know ?
physically speaking, of course..
But I never could.
So I wanted to look.. big, grand.. powerful…
but I couldn´t either.
I was fat, for the first one.
And short, for the last one.

So I couldn’t be clearly any of them
So I wasn’t any of them

because I was both of them. ”

Carl sat quietly and never spoke a word again.
He listened what had been his secret grand love for ever,
who had always covered herself,
now discovering.

“There should have been another way.”, he said.

She looked up to meet his eyes. They both were still hypnotized.

“What for? Be something?”, she asked.

“Yes.”

“I am something, am I not? Haha, I mean.. this must be the other way.”

He thought to himself, “she shines”.
She shined and had never realized that until then. If only she could be his. But there was a hundred miles distance.

She changed the song.
She was feeling for the first time in her life, that these sad songs weren’t the description of her entire life.
“Although”, she thought, “I think I´m still lost.”
, and laughed hysterically.




Manic Street Preachers with “It´s easy to see, it´s easy to see..”, and it seemed that it brought the whole water flavour to her mouth again.

“Father, God and Jesus.. !!”, she tried to stop the music.

But she pressed the Volume button instead of the Pause one.
“Fuck you!!!”
“Not God, the radio”, she thought.
She finished writing the sentence she had in mind. About that day. The way he was looking at her, as if she was a motion picture herself. About the water flavour. And now, yes,
“Stop”.

viernes, agosto 18

"Liberdade de escolha em um mundo dominado pela propaganda é liberdade de verdade?

A pergunta fica no ar o tempo todo em Obrigado por fumar (Thank you for smoking, 2005). O personagem principal, o lobista Nick Naylor (Aaron Eckhart), acredita que sim. Na democracia do consumo, afinal, ninguém força ninguém a comprar nada. Acontece que os fatos - e os seus próprios atos - desmentem Nick Naylor. O lance é saber se ele está sendo sincero, ingênuo ou terrivelmente irônico.

Fazer lobby - representar os interesses de uma entidade e influenciar outras - é uma profissão legalizada nos Estados Unidos. Não que ela seja bem vista, pelo contrário. O caso de Nick é quase cômico. Ele personifica publicamente a indústria do tabaco, ou seja, tenta convencer pessoas e instituições de que cigarro não é ruim. Por que faz isso? "Pelo mesmo motivo dos condenados em Nuremberg... Para pagar minha hipoteca", zomba, comparando-se aos nazistas julgados no pós-Guerra.

Na trama, o lobista trava mais uma batalha contra os antitabagistas. O senador democrata Ortolan Finistirre (William H. Macy) quer instituir nos maços a imagem de uma caveira, para mostrar às pessoas que o cigarro faz mal à saúde. Na defesa dos interesses de seu patrão, Nick contesta o senador com base na teoria universal do ser liberal. Diz que só fuma quem quer, que todo mundo sabe que cigarro mata (inclusive todo fumante), e que os fumantes não querem a imagem de uma caveira lhes encarando a toda hora. É a liberdade de escolher.

Mas a briga é desleal: no meio tempo Nick exercita sua persuasão. Paga milhões para que o velho Homem de Marlboro, hoje canceroso, pare de reclamar na mídia. Procura um produtor de Hollywood para ver se consegue reemplacar o cigarro na telona, como nos filmes charmosos de antigamente. O produtor, interpretado por Rob Lowe, não apenas concorda como oferece, quem sabe, Brad Pitt e Catherine Zeta-Jones fumando um cigarro depois de transarem no espaço sideral... Não há, realmente, propaganda subliminar mais poderosa.

Aí é que está. Que liberdade de escolha é essa, quando vivemos soterrados num consumismo cada vez mais dissimulado?

Há momentos em que Jason Reitman vende a idéia de que liberdade de escolha existe, sim - e o seu lobista chega perto de se heroificar. E há essa evidência gritante de que o livre mercado é a mentira perfeita do capitalista-golpista. O mais interessante de Obrigado por fumar é que fica difícil saber no que o personagem/diretor acredita de verdade. Minha opinião? Reitman é o cínico do século."

(Marcelo Hessel,
www.speculum.art.br)

São críticas (não artísticas, mas sociais) assim que sempre rodam na minha cabeça e poucas vezes consigo expressar.

lunes, agosto 7

Preciso de ajuda.
E não tenho com quem falar sobre isso.